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Dilma: Em discurso Responde a Protestos dizendo “3º Turno é ruptura democrática” Confira

Durante pronunciamento oficial de Dilma Rousseff manifestantes do Brasileiro fizeram um panelaço para protestar contra o Discurso da Presidente. Dilma no entanto respondeu que “3º Turno é uma ruptura democrática” porém todos tem o direito de se manifestar desde que seja de forma pacífica.

Dilma: Em discurso Responde a Protestos dizendo “3º Turno é ruptura democrática”

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Em São Paulo, os protestos foram em Moema, Brooklin, Perdizes, Vila Leopoldina e Morumbi. No Rio de Janeiro, os protestos foram na Barra da Tijuca, Recreio e em bairros da zona sul, como Ipanema. Também houve panelaço nos bairros de Vila da Serra e Lourdes, na zona sul de Belo Horizonte, em Minas Gerais.

No Distrito Federal, os protestos foram na Asa Norte, no setor sudoeste, em Águas Claras e em Taguatinga.

Manifestantes também bateram panelas e gritaram contra o governo em Goiânia e Curitiba. Foi uma resposta à convocação que circulou ontem pelas redes sociais, chamando as pessoas para protestar durante a fala da presidente.

Não é possível saber a extensão do protesto, mas os vídeos postados na internet mostram que a convocação foi atendida em regiões de algumas cidades.

Hoje, o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, falou sobre o panelaço. “O que nós vimos hoje pela imprensa, a manifestação em algumas cidades onde nós, em geral, perdemos as eleições e em bairros que nós perdemos as eleições, onde tivemos uma derrota eleitoral significativa. Toda manifestação que é pacífica ou protesto, é um direito do cidadão se manifestar, discordar do governo e expressar suas opiniões. Portanto, nós nascemos lutando pela democracia e reconhecemos plenamente os direitos de manifestação. Agora, o que preocupa? É que tivemos uma eleição que teve momentos de radicalização e nós precisamos construir uma cultura de tolerância, de diálogo, de respeito. É isso que ajuda a construir uma agenda de convergência”.

A presidente da República, Dilma Rousseff (PT), disse, nesta segunda-feira (9), que é preciso ter “razões para um impeachment” que não sejam um “terceiro turno”. A petista disse ainda que um “terceiro turno das eleições” não pode ser aceito “a não ser que você queira uma ruptura democrática”.

“Eu acho que há que se caracterizar razões para um impeachment, e não um terceiro turno das eleições”, disse a presidente durante ato que marcou a sanção da Lei do Feminicídio, em Brasília.

No último domingo (8), “panelaços” em pelo menos 12 capitais foram registrados durante o pronunciamento feito pela presidente Dilma Rousseff (PT) em rede nacional de rádio e TV. Manifestações pelo impeachment de Dilma foram convocadas para o próximo domingo (15) em diversas cidades brasileiras.

Dilma disse que as manifestações contra o seu governo são normais, mas criticou o que seria uma tentativa de editar um “terceiro turno das eleições”.

“O que não é possível no Brasil é a gente também não aceitar a regra do jogo democrático. A eleição acabou. Houve o primeiro e houve o segundo turno. O terceiro turno das eleições, para qualquer cidadão brasileiro (…) não pode ocorrer a não ser que você queira uma ruptura democrática”, afirmou a presidente.

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