Exército egípcio é encontrado no fundo do Mar Vermelho. Confira!

Finalmente cientistas descobriram uma quantidade enorme de esqueletos e armaduras soterradas no fundo do mar vermelho. Confira a notícia completa.

Foram encontrados no fundo do Mar Vermelho uma grande quantidade de ossos humanos datados do século 14 antes de Cristo.

Exército egípcio é encontrado no fundo do Mar Vermelho. Confira!

A descoberta foi feita por arqueólogos quando buscavam artefatos antigos da Idade do Bronze, quando se depararam com mais de 400 esqueletos diferentes, juntamente com armaduras, armas e dois carros de guerra.

No local, não foram encontrados vestígios de embarcações naufragadas, o que levou a equipe deduzir que foram mortos em terra seca, pois os corpos estavam presos em grande quantidade de argila e rocha, como se tivessem sido mortos por um maremoto ou deslizamento de terra.

Milhares de esqueletos

Estima-se que cerca de 5000 mil outros esqueletos de soldados estão dispersos em outras áreas.

Pesquisadores sobre essa descoberta acreditam que esses soldados não são outros senão o exército egípcio que sucumbiu diante de Moisés e do povo de Israel durante a travessia do mar vermelho.

Mais pesquisas serão feitas no local para a recuperação de mais vestígios que provam para muitos historiadores que não acreditam, que a travessia em terra seca no mar vermelho pelo povo de Israel de fato aconteceu.

Veja no vídeo abaixo as evidências encontradas:


Muitas pistas sobre colhidas naquele lugar levou o Professor Gader e a sua equipe a concluir que os corpos poderiam estar ligados ao famoso episódio do Êxodo. Primeiro de tudo, os soldados antigos parecem ter morrido em terra seca, uma vez que não há vestígios de barcos ou navios encontrados na área. As posições dos corpos e o facto de que eles foram presos a uma grande quantidade de argila e rocha, implicam que eles poderiam ter morrido num deslizamento de terra ou em um maremoto.

O número de corpos sugere que um grande exército antigo pereceu no local e a maneira dramática pela qual eles foram mortos, ambos parecem corroborar a versão bíblica da travessia do Mar Vermelho, quando o exército do faraó egípcio foi destruído pelo retorno das águas que por ordem de Moisés. Esta nova descoberta certamente prova que realmente havia um exército egípcio de grande tamanho que foi destruído pelas águas do Mar Vermelho, durante o reinado do rei Akhenaton.

Durante séculos, o famoso relato bíblico da “travessia marítima do Mar Vermelho” foi omisso pela maioria dos estudiosos e historiadores como o mais simbólico do que histórico.

Esta descoberta surpreendente traz prova científica inegável que um dos episódios mais famosos do Antigo Testamento era de fato, baseado em um evento histórico. Ele traz uma nova perspectiva sobre uma história que muitos historiadores têm considerado há anos como uma obra de ficção, e sugerindo que outros temas como as “pragas do Egito” pode de fato ter uma base histórica.

Muito mais operações de pesquisa e de recuperação são esperadas no local ao longo dos próximos anos. O Professor Gader e a sua equipe já anunciaram o seu desejo de recuperar o resto dos corpos e artefatos. Segundo o Professor, o lugar é um dos mais ricos em termos arqueológicos subaquáticos já descoberto.  

Narrativa Bíblica da Abertura do Mar Vermelho

A Bíblia diz que Moisés foi escolhido por Deus para liderar a saída dos hebreus do Egito, onde eram escravos, rumo à terra prometida de Canaã. Após o reino ser atingido pelas dez pragas, o faraó Ramsés 2º admite sua libertação, pedida por Moisés.

Durante o êxodo, um dos momentos mais marcantes, segundo o relato bíblico, é a abertura do Mar Vermelho pelo profeta para que seu povo fugisse da perseguição do faraó, que havia se arrependido de sua decisão. É nesta jornada que Moisés recebe de Deus as tábuas dos dez mandamentos.

Após vagar 40 anos no deserto, os hebreus chegam a seu destino, mas Moisés falece no fim do caminho, depois de avistar Canaã ao longe.

Esta história está na base não só do Cristianismo, como também do Judaísmo, e Moisés também é reconhecido pelo Islamismo e outras religiões.

Ela também inspirou diversas interpretações artísticas no cinema, no teatro e na televisão. Entre as produções mais recentes, está o filme Êxodo: Deuses e Reis (2014), dirigido por Ridley Scott. Atualmente no ar, a novela Os Dez Mandamentos, da TV Record, vem atraindo o interesse do público brasileiro e obtendo altos índices de audiência para a emissora.

De forma inédita, o folhetim foi líder de audiência na Grande São Paulo durante a exibição de todo o capítulo em que Moisés abre o Mar Vermelho, na última terça-feira, com pico de 31 pontos no Ibope e média de 28,1 pontos (cada ponto equivale a 67 mil domicílios), tornando-se o programa mais visto no país neste dia.

Estes resultados fizeram a Record anunciar uma segunda novela bíblica para substituir a atual produção e uma continuação de Os Dez Mandamentos para o próximo ano.

A Ciência Atual Tenta Explicar os Milagres e Pragas

Mas seria o texto bíblico ficção ou um reflexo de fatos históricos? Seus acontecimentos têm correspondência em registros históricos desta sociedade antiga? Quais evidências foram encontradas em investigações científicas realizadas ao longo das últimas décadas?

MOISÉS

Moisés era hebreu, mas não escravo, segundo a Bíblia, porque foi encontrado em um cesto em rio pela filha do faraó, que o adotou.

O egiptolólogo Jim Hoffmeier, autor de Israel Antigo no Sinai (Oxford University Press, 2005) explica que esta prática era comum no Egito Antigo e que persiste de certa forma até os dias de hoje.

“Era uma forma antiga de colocar uma criança à mercê do destino determinado pelos deuses. Hoje, colocamos bebês em cestos e os deixamos na porta de igrejas”, afirma Hoffmeier.

A história da primeira infância de Moisés ainda compartilha muitas semelhanças com um antigo mito da Babilônia de um rei chamado Sargon, que foi encontrado em um cesto boiando em um rio.

Entre 600 e 300 a.C., escribas judeus em Jerusalém registraram as lendas e histórias antigas de seu povo, para que fossem passadas de geração em geração.

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Image captionIlustração do momento em que Moisés foi resgatado do rio pela filha de Ramsés II

Eles teriam se baseado no mito de Sargon para criar a história de Moisés? É uma teoria possível, pois os judeus foram capturados pelos babilônios em 587 a.C e mantidos em exílio por algum tempo. Neste momento, o mito de Sargon poderia ter servido de base para o relato sobre o profeta.

Hoffmeier ainda explica que seria normal a adoção de Moisés pela filha do rei. Registros deixados pelos faraós mostram que os palácios tinham creches onde os filhos da realeza eram educados e que crianças estrangeiras também eram trazidas para participar.

“Nesta época em que supomos que viveu Moisés, crianças que não faziam parte da nobreza passaram a poder integrar estas instituições, assim como os filhos de reis estrangeiros, que eram levados para elas para aprender a ler e escrever”, diz Hoffmeier.

Teria sido simples para filha do faraó, segundo o especialista, colocar um bebê encontrado por ela em uma destas creches.

Estudiosos do tema ainda questionam se os hebreus eram de fato escravos neste período do Egito Antigo, pois, além do texto bíblico, não existe provas históricas ou arqueológicas disso.

“Havia semitas, alguns dos quais poderiam chamar a si mesmos de hebreus, que faziam parte de grupos de trabalho. Eles não eram propriedade de um indivíduo. Eles viviam em vilarejos de trabalhadores”, afirma Carol Meyes, professora de estudos bíblicos da Universidade Duke, nos Estados Unidos.

O rabino Burton L. Visotzky, professor do Seminário Teológico Judaico, em Nova York, afirma que, apesar da Bíblia determinar claramente que os hebreus eram escravos que foram libertados, “há muito pouca evidência desta escravidão” além deste texto.

“A lição final do (livro bíblico) Êxodo é que a liberdade vem da aceitação da soberania de Deus.”

AS PRAGAS

Na Bíblia, as dez pragas são um ato de Deus, que age por meio da natureza. São elas:

  • As águas do rio Nilo viram sangue;
  • Rãs cobrem a terra;
  • Piolhos atormentam a população;
  • Moscas escurecem os céus;
  • O gado morre;
  • Chagas afligem homens e animais;
  • Uma chuva de granizo destrói plantações;
  • Nuvens de gafanhotos consomem cultivos;
  • Trevas encobrem o Sol por três dias;
  • Os primogênitos morrem.

Especialistas de diversas áreas, como climatologistas, oceanógrafos e vulcanólogos, sugerem haver evidências de uma série de eventos naturais que poderiam explicar estas pragas.

O epidemiologista especializado em desastres naturais John Marr, autor de um artigo sobre o assunto publicado nojornal americano New York Times, que que serviu de base para um documentário da BBC, acredita que as pragas podem ter sido causadas pela proliferação de um micro-organismo, o Pfiesteria piscicida, nas águas do Nilo, o que teria envenenado os peixes e levado uma série de eventos trágicos.

Esta teoria explica as seis primeiras pragas. Em 1999, ocorreu uma catástrofe ambiental na cidade americana de New Burn, no Estado da Carolina do Norte. Ao acordar, seus habitantes viram que um rio local haviam ficado vermelho.

Mais de um bilhão de peixes morreram. Pessoas que trabalhavam próximo do curso d’água ficaram cobertas por feridas.

A causa foi poluição, após milhões de litros de excrementos dos animais serem despejados na água em uma fazenda de porcos localizada à beira do rio. A contaminação causou uma mutação genética no Pfiesteria, que fez com que o micro-organismo passasse de inócuo a letal.

Para Marr, o micro-organismo teria matado os peixes, o que teria feito com que o rio assumisse um tom avermelhado. A poluição teria forçado as rãs a invadir a terra, onde elas morreriam, gerando uma multiplicação de moscas e piolhos – que teriam perdido seus predadores naturais. Por sua vez, as moscas poderiam ter transmitido doenças virais para os animais, levando-os à morte.

O cientista ainda aponta que “pragas” como gafanhotos e chuvas de granizo continuam a assolar o Oriente Médio até hoje. O golpe final – a morte dos primogênitos – poderia ser um resultado direto da combinação da tradição local e tentativas de lidar com as outras pragas.

Os cultivos que resistiram aos gafanhotos e ao granizo poderiam ter sido colhidos e armazenados ainda úmidos, criando as condições perfeitas para a proliferação de toxinas mortais. Em uma posição social privilegiada, os primogênitos teriam sido alimentados com duas porções dos grãos contaminados.

Outra teoria dá conta de que as pragas teriam sido causadas pela erupção de um vulcão. Em maio de 1980, o monte Santa Helena, no noroeste dos Estados Unidos, entrou em erupção, matando tudo em um raio de quase 38 km. As cinzas expelidas na atmosfera ainda escureceram os céus num raio de 160 km.

Marr argumenta que cinzas de um vulcão poderiam ter dado início a uma proliferação de algas, com efeito tóxico, no rio Nilo, desencadeando os mesmos eventos que teriam sido causados pelo Pfisteria.

Minha Opinião Pessoal

Mesmo com todos estes “especialistas” que nunca aparecem os nomes deles, nem mesmo quais são suas formações acadêmicas, livros escritos, ou trabalhos que foram publicados em revistas científicas respeitadas no mundo, dizendo que tudo tem explicação científica, eu continuo acreditando na Bíblia, em sua narrativa dos acontecimentos e continuo acreditando em Deus e no seu poder.

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